Clipping

Ideias para baterias flexíveis não faltam no mundo da tecnologia, mas todas parecem trazer suas desvantagens ou limitações, como a possibilidade de vazamentos quando sob grande pressão. Isso até um grupo de cientistas da Coreia do Sul criar uma solução para esse problema, trazendo um avanço significativo na área.

No lugar de tentar trabalhar com materiais comuns, a tecnologia aplica nanomateriais sobre qualquer superfície para criar polímeros eletrólitos, de acordo com o Yonhap News Agency. O resultado é uma bateria que não apenas pode ser dobrada, como também se apresenta mais estável que os modelos líquidos convencionais. Leia mais

O verão e as altas temperaturas no Rio sempre aumentam o número de turistas na cidade e com isso o risco de acidentes de trânsito também se tornam maiores. Sabendo disso, a empresa Staff criou para a Alerj uma campanha inovadora para alertar os motoristas sobre o risco de beber e dirigir.

Com intervenção do Google, no site Rio Show os internautas poderão localizar o estabelecimento que desejam visitar, trançando uma rota através do endereço.

A campanha da Staff, mostrará no mapa uma árvore no meio do trajeto com a mensagem: ”Quando você bebe e dirige pode acabar em outro destino”. Leia mais

Botões, ilustrações em 3D e funcionalidades para deficientes visuais. Um novo universo de possibilidades se abre quando imaginamos a capacidade de criar efeitos de alto relevo em telas sensíveis ao toque. Anunciada em junho de 2012, a tecnologia que cria elevações na tela é uma das grandes promessas para o ano. O TechTudo visitou o estande da empresa no Eureka Park, área dedicada à inovação na (Consumer Electronics Show) em Las Vegas, Estados Unidos, e pôde testar o funcionamento de um tablet com botões físicos na tela. Leia mais

A novidade atende pelo nome de Elf, cuja fabricação fica por conta da empresa norte-americana Organic Transit, especializada em veículos sustentáveis.

O compacto Elf tem três rodas e baterias que podem ser carregadas tanto em exposição ao sol como em uma tomada padrão, o que possibilita um diferencial ao condutor: escolher se pedala ou se usa a energia renovável para se deslocar. Assim você pode, por exemplo, pedalar por ruas planas e, ao se deparar com um trajeto íngreme, recorrer à energia solar. Leia mais

O pesquisador Laurence Kemball-Cook inventou um novo método de criar energia elétrica e possivelmente abastecer as cidades. A invenção consiste em transformar pegadas em energia. Tudo por meio de painéis que coletam a energia empregada nos passos que são acoplados no chão. Ou seja, a população de uma cidade, em seu dia a dia, seria o suficiente para abastecer a cidade com eletricidade. Leia mais

A Petrobras lançou o Diesel S-10, com ultra baixo teor de enxofre, para todo o Brasil. O combustível, disponível em torno de 5.900 postos de serviço, sendo mais de 2.400 postos da Petrobras, substitui integralmente o Diesel S-50. Os benefícios ambientais do diesel com baixo teor de enxofre são mais efetivos nos veículos produzidos a partir de 2012.

Esses veículos utilizam motores com tecnologia para redução de emissões veiculares atendendo a fase P7 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve). Leia mais

O trânsito já é uma grande reclamação no Rio de Janeiro. Uma pesquisa inédita feita pelo Sindicato Nacional de Arquitetura e Engenharia revelou o que mais afeta a qualidade de vida no Rio: mobilidade foi escolhida por 58%. É mais gente reclamando do trânsito do que de saneamento básico (12%). E também supera outros problemas reunidos (30%), que inclui até prevenção a enchentes.

De acordo com a pesquisa, esse trânsito todo é consequência da falta de planejamento. A renda do trabalhador, muita gente comprou carro, mas o investimento em infraestrutura não acompanhou o mesmo ritmo. O resultado acaba sendo mais engarrafamentos.

Outra pesquisa mostra o crescimento da frota de carros no Rio: 50% na última década. Segundo dados do Detran, havia 1,8 milhão de carros em 2002, e agora são mais de 2,7 milhões – quase 1 milhão de veículos a mais.

A frota da Região Metropolitana do Rio hoje, segundo a pesquisa do Sindicato Nacional de Arquitetura e Engenharia, é de 3,3 milhões de carros. E até 2040, a previsão é de que esse número aumente 140%.

Recentemente, outro levantamento – de uma empresa holandesa – afirmava que o Rio tem o terceiro pior congestionamento do mundo.

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/11/transito-e-o-que-mais-afeta-qualidade-de-vida-do-carioca-diz-pesquisa.html 

Todos os anos, no terceiro domingo do mês de novembro, conforme a Resolução 60/5 adotada em 26 de outubro de 2005 da Assembleia Geral das Nações Unidas, os estados – membros e a comunidade internacional são convidados a designar o “Dia mundial em memória às vítimas de trânsito”.

Tal dia vai sendo incorporado gradativamente ao calendário de eventos dos países membros. As ações pelo dia mundial em memória às vítimas de trânsito, no Brasil, começaram em 2007 por iniciativa da sociedade que conseguiu mobilizar várias cidades brasileiras e a partir dessa iniciativa as ações vem sendo realizadas cada vez de forma mais intensa.

Por ano, no mundo, morrem cerca de 1,2 milhões de pessoas vítimas de acidentes de trânsito, sendo na sua grande maioria de jovens entre 18 e 25 anos. Com base em dados da OMS de 2007, houve 35,1 mil mortes causadas por veículos no Brasil. Em termos absolutos, esse número só é inferior ao de outros quatro países: Índia (105,7 mil), China (96,6 mil), Estados Unidos (42,6 mil) e Rússia (35,9 mil). O Brasil ocupa o ranking do quinto país com mais mortes no trânsito e na maioria dos acidentes que não ocorrem mortes acabam gerando grave problema social, que é a invalidez de pessoas. De acordo com o sistema de informações de mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde em 2010, 40.610 pessoas foram vítimas fatais do trânsito, sendo que, 25% delas por ocorrências com motocicletas. Entre 2002 e 2010, cresceu 24% o numero total de óbitos por acidentes com transporte terrestre que passou de 32.753 para 40.610 mortes. Entre as regiões do Brasil, o maior percentual de aumento na quantidade de óbitos (entre 2002 e 2010) foi registrado no norte (53%), seguindo do nordeste (48%), centro- oeste (53%), e sudeste (10%).

A comemoração pública serve como uma oportunidade para aumentar a conscientização pública em relação à quantidade de acidentes causados nas rodovias e avenidas, e ao custo dos acidentes rodoviários para as comunidades, e enfatizar a necessidade de começar a promover esforços para controlar este importante problema de saúde e desenvolvimento de apoio às vitimas. Nesta data são celebradas não só as pessoas que morreram em decorrência das fatalidades no trânsito, mas também, familiares, amigos e todos aqueles que sofrem a perda de entes queridos com tal tragédia.
“Quando somos imprudentes no transito, nossos sonhos se chocam com a realidade.”

Fonte: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=262&cid=179488

A presidente Dilma Rousseff afirmou, no início da tarde desta sexta-feira, 25, durante anúncio no Palácio dos Bandeirantes, de investimentos de R$ 5,4 bilhões em recursos do PAC da Mobilidade, que não é possível aceitar que “esse Brasil dinâmico tenha uma perda na vida dos habitantes nas atividades de ida e volta para casa”. “Não podemos deixar que a imagem de São Paulo se associe à da dificuldade de trânsito”, reiterou.

Dilma considerou que há “um déficit histórico do Brasil” pela ausência de política de mobilidade coordenada nos três níveis do governo. Nas décadas passadas, o metrô era inadequado pelo custo, segundo a presidente, lembrando do avanço nos investimentos recentes. “Em 2005 recebi no meu gabinete um funcionário que comemorava os R$ 500 milhões de investimento em saneamento”, disse a presidente.

No discurso, ela voltou a provocar o Fundo Monetário Internacional (FMI), que nesta semana alertou sobre a economia brasileira. “Foi bom ter pagado a dívida com o Fundo Monetário que não supervisiona mais as nossas contas”.

A presidente também citou a parceria com os outros entes de governo, que permite que prefeitos, presidente e governo do Estado tenham ação coordenada e comum para atacar um dos mais graves problemas que é a mobilidade urbana.

“Reconhecer esse problema mostra que as autoridades convergiram para um projeto comum”, afirmou, destacando: “Temos decisão política de participar juntos de esforços dos prefeitos.”

Dilma considerou que investir no metrô é “absolutamente essencial”, porque garante transporte sem interrupção do trânsito com escoamento rápido e seguro. “Metrô é o grande eixo de integração de modais, principalmente em áreas conturbadas e adensadas”.

A presidente afirmou que os investimentos fazem parte do amadurecimento do País e caminham no sentido de abandonar “o complexo de vira-lata”, citando o escritor Nelson Rodrigues sobre o pessimismo antes da Copa de 1970, vencida pelo Brasil.

“Esse complexo tem de ser superado no caso dos transportes que hoje reconhecemos ser estratégico para o País. É estratégico o investimento em mobilidade urbana”, disse. “É obra de alto custo e exigem parceria e ação coordenada”, completou, lembrando do financiamento que viabilizam as obras. “São juros subsidiados pelo Tesouro Nacional. Sem ter esse tipo de financiamento não sai obra de longo prazo no Brasil.”

Ainda segundo ela, os recursos totais para a área chega a R$ 21 bilhões. “Estamos construindo, renovando 2.257 quilômetros de vias para transporte em todo o País.Eo governo vai investir R$ 140 bilhões em mobilidade urbana no total.”

Cordialidade

Em clima de cordialidade, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que ao “histórico de boa parceria com o governo federal e a presidente Dilma fortalece a democracia”, durante a cerimônia no Palácio dos Bandeirantes.

“Quero agradecer a presidenta Dilma, os ministros, os nossos secretários, a Assembleia Legislativa e dizer que o fortalecimento do bem comum é difícil ter algo mais forte que a mobilidade que faz o máximo para o maior número de pessoas”, completou.

Alckmin disse que a “boa parceria em benefício da população” no projeto foi precedida por outras já feitas com o governo federal. Ele citou a erradicação da miséria no Estado, do Rodoanel Norte e Leste, este último previsto para ser inaugurado em abril, além dos investimentos na hidrovia Tietê-Paraná em habitação.

“Essa nova parceria é fundamental e queria destacar a inflexão do uso do Orçamento Geral da União, porque São Paulo é a quarta maior cidade do mundo”, disse o governador, citando os trechos do Metrô que sairão da capital.

Segundo ele, São Paulo tem 54 quilômetros de metrô e outros 234 de trens, com 90 quilômetros a mais que a Cidade do México, mas que transporta o dobro da capital mexicana, ou 8 milhões de passageiros. “Vamos ter sete linhas simultâneas em obra, o que nos fará dobrar a capacidade de transporte”, concluiu.

Desafio

O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, avaliou, durante a mesma cerimônia, que São Paulo é o grande desafio para a mobilidade urbana no País, por conta da população elevada e principalmente pelo vácuo nos investimentos na área pelo poder público. Temos hoje um pacote de mobilidade urbana de R$ 93 bilhões de reais em contratação e execução. “Outros R$ 52 bilhões estão sendo alocados e tornam o pacote um dos maiores investimentos em mobilidade urbana do mundo”, disse.

Ribeiro citou ainda a sanção pela presidente Dilma do Plano Nacional de Mobilidade Urbana e as desonerações feitas pelo óleo diesel, os salários e a energia elétrica como medidas tomadas pelo governo. Saudou a parceria com o governo estadual “de forma republicana, independente de partidos, olhando para o cidadão”.

Parceiros

O prefeito da Capital, Fernando Haddad (PT), afirmou, logo depois da fala do ministro das Cidades, que São Paulo fechará o ano com 300 quilômetros de corredores de ônibus. “Estamos tomando a decisão que as cidades mais desenvolvidas do mundo tomaram”, disse o prefeito, que também citou o governador Geraldo Alckmin e, assim como o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, chamou-o de “parceiro” na decisão dos investimentos.

Fonte: http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/427487/dilma-quer-sp-com-imagem-dissociada-de-transito-ruim/